segunda-feira, outubro 25, 2021
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DocArte ‘O QUE ARTE FAZ MIM’ é um sopro de esperança para os Neurodiversos

Documentário de Mato Grosso do Sul segue firme no circuito de Festivais.

Com pouco tempo de existência ‘O que a ARTE faz por MIM’ vem angariando conquistas importantes e inéditas pelo mundo. O filme traz um tema de interesse humanitário, falando a partir da experiência pessoal de sua roteirista, diretora e protagonista Tatiany Furuse, sobre transtornos mentais, e busca a luta para DIREITOS HUMANOS para todos.

O filme participou da Mostra Competitiva do FESCILMAR – SESSION FOR THE FIRST TIME SPAIN – um Festival Internacional que tem como país anfitrião a Espanha, e que aconteceu, nesta edição, na Espanha com projeção simultânea na Venezuela. A Mostra Competitiva selecionou 73 filmes e o Brasil contou com três filmes representantes na categoria ficção e a produção sul-mato grossense ‘O que a ARTE faz por MIM’, da cineasta Tatiany Furuse na categoria documentário  que concorreu com produções dos EUA, Espanha, França, Alemanha, Reino Unido e Rússia.

O DocArte ‘O que a ARTE faz por MIM’, representou o Brasil (junto com outros dois brasileiros) na Seleção Oficial da Mostra Competitiva na 9th ICFF-21 (Indian Cine Film Festival), que aconteceu em Mumbai, e arrebatou uma Menção Honrosa do Júri com Certificado de Excelência pelo conjunto da obra.

O The Latino & Iberian Film Festival at Yale (LIFFY), em 2021 com o tema Unidos y Fluidos – Unidade na Diversidade, celebra a importância de construir uma comunidade por meio de uma maior compreensão de nossas diversas origens e experiências, é mais um ponto positivo no currículo do filme ‘O que a ARTE faz por MIM’. As exibições do LIFFY são gratuitas e abertas a todos os membros da comunidade de Yale e da grande New Haven, e os resultados serão divulgados em novembro.

O filme também está na Seleção Oficial no 12º CAWCINE, concorrendo no gênero DOCUMENTÁRIO em quatro categorias: Melhor Direção; Melhor Edição; Melhor Pesquisa e Melhor Abordagem. No dia 08 de novembro iremos conhecer os vencedores.

E não para aí! Com grande alegria as produtoras receberam o e-mail avisando da seleção do filme para seu primeiro Festival com foco no Direitos Humanos, ligados a ONU, UNESCO, entre outras instituições tem exibição das obras em seis países diferentes.

“Essa indicação vem de encontro à luta diária e pessoal da Taty em prol dos Diversos e pela Conscientização sobre as Leis e Direitos dos mesmos. A exibição acontece inclusive na França, onde já fomos desqualificados (em outro festival) por não cumprir, por falta de verba, a exigência de tradução/legenda em francês.” Lu Chagas

A coprodutora executiva Lu Chagas conta que não tem conseguido inscrever o filme em alguns festivais porque os custos são muito onerosos, inviáveis para uma produção carente de recursos. “Tenho certeza, que poderíamos estar mais longe se tivesse acesso a esses Festivais”, conclui ela.

Mas a maior surpresa dos últimos dias foi a notícia que ‘O que a ARTE faz por MIM’ está concorrendo no BEST SHORTS COMPETITION – um dos maiores prêmios do cinema americano que atrai empresas poderosas e novos cineastas talentosos. The Best Shorts não é um festival de cinema tradicional.

Para as produtoras, Tatiany Furuse e Lu Chagas, essa é uma competição mundial de vanguarda que se esforça para dar a diretores, produtores, atores, equipes criativas e talentosos criadores de novas mídias a exposição positiva que eles merecem.

“Best Shorts Competition descobre e homenageia as realizações de cineastas que produzem curtas de alta qualidade e novas mídias. Ele promove os vencedores dos prêmios por meio de comunicados à imprensa para mais de 40.000 cineastas, contatos da indústria e meios de comunicação/distribuição globais. Entre os talentosos vencedores desse prêmio figuram astros e estrelas que já ganharam Oscars, Emmys, Tellys e outros prêmios”, elas esclarecem.

‘O que a ARTE faz por MIM’ está concorrendo nas categorias ‘Justiça social/Protesto’ e ‘Questões de Discapacidade’, além da possibilidade do Prêmio Humanitário, concedido anualmente pelos serviços dedicados a questões de Justiça Social, Bem-Estar Animal, Políticas, Ambientais, Saúde e Questões de Conscientização.

“A simples menção desse projeto em um Prêmio de tamanha relevância já o torna campeão, independente de resultado no próximo dia 20, considerando todas as adversidades e a condição praticamente independente do projeto, tanto em sua produção quanto na pós produção”. Tatiany Furuse

 

Acompanhe a trajetória do filme ‘O que a ARTE faz por MIM’ através do IG da cineasta @TATIANEF.FTATIANE

 

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