O Brasil se despede de um de seus maiores ídolos do esporte. Oscar Schmidt, o eterno “Mão Santa”, não resistiu após um mal-estar em Santana de Parnaíba (SP), aos 68 anos. A notícia, confirmada por sua assessoria, encerra uma trajetória que jamais será esquecida — não apenas pelos números impressionantes, mas pela paixão contagiante que ele levava às quadras.
Oscar não jogava apenas basquete. Ele vivia o basquete. Cada arremesso era carregado de entrega, cada ponto era celebrado com a alma. Sua euforia, sua intensidade e seu amor pelo jogo inspiraram gerações de brasileiros a acreditarem no esporte como caminho, como sonho, como identidade.
O legado de Oscar permanecia vivo — como no início de abril, quando seu filho, Felipe Schmidt, recebeu uma homenagem em seu lugar no Comitê Olímpico Brasileiro, simbolizando a continuidade de uma história marcada por orgulho e dedicação.
Nas redes sociais, o irmão, Tadeu Schmidt, emocionou o país ao relembrar a trajetória de Oscar. Em palavras carregadas de amor e saudade, revelou não apenas o ídolo que o Brasil conheceu, mas o irmão, o homem, o exemplo dentro e fora das quadras.
O último adeus a Oscar Schmidt é também um agradecimento coletivo. Obrigado por cada cesta, cada vitória, cada emoção. Obrigado por mostrar que o talento, quando encontra paixão, se transforma em eternidade.
Hoje, o silêncio das quadras ecoa a ausência de um gigante. Mas sua história continua viva — na memória, no coração e em cada bola que ainda quica nos sonhos de quem o viu jogar.
Foto : Acervo pessoal
Fonte : Costa Consulting CO
Edição: Sula Costa MTB 0003600/GO


