Poeta Jonas Cesar Lima sempre teve um amor profundo pela poesia. Poeta :Jonas Cesar Lima , nascido no ano de 1972 no Município de Catarina – Ceará., na Serra do Carcará. Desde pequeno, suas palavras dançavam nas páginas de cadernos, refletindo suas vivências e anseios.
Radicado em Sao Paulo ha 35 anos, sua trajetória, no entanto, ganhou um novo significado quando ele decidiu levar sua arte para mais perto da comunidade que o acolheu: o bairro de Perus, em São Paulo. A pequena exposição que começou em um dos espaços socioculturais do SASF- Servico de Asssistencia Social a Familia, se transformou em um marco de reconhecimento e gratidão.
Foi assim que nasceu a exposição “SUS: A Mão que Cura”,pelo caminho da poesia, uma homenagem aos trabalhadores da saúde, esses heróis anônimos que dedicam suas vidas a cuidar do bem-estar da sociedade. Jonas viu nessa iniciativa uma oportunidade não apenas de expressar sua gratidão, apos um gravissimo AVC , que acabou sensibilizando profissionais dos SUS durante meses de um tratamento que parecia dificil ter um fim.
O poeta reflete en suas poesias sobre a importância desses profissionais, que frequentemente atuam nos bastidores, recebendo pouco reconhecimento pelo seu trabalho essencial.
A exposição, que durou entre 15 a 30 dias, foi mais do que uma simples mostra de arte; foi um espaço de reflexão e diálogo. Durante a abertura, a comunidade teve a chance de se encontrar, ouvir poesia e participar de palestras que abordavam a relevância do trabalho na saúde. Jonas, com seu talento em transformar sentimentos em versos, recitou poemas que falavam da dedicação e do amor desses trabalhadores. As palavras ecoaram no coração dos presentes, gerando um sentimento coletivo de respeito e gratidão.
Nos dias de encerramento, a conversa continuou. As apresentações se tornaram um verdadeiro espaço de troca entre a comunidade e os profissionais de saúde, fortalecendo laços e promovendo um entendimento mais profundo sobre os desafios enfrentados por aqueles que cuidam da saúde pública. Jonas, com sua sensibilidade, conduziu essas interações, sempre lembrando a todos da importância de valorizar quem, com tanta dedicação, está sempre pronto para cuidar do próximo.
A exposição “SUS: A Mão que Cura” não foi apenas uma celebração dos trabalhadores da saúde, mas também um chamado à ação para que a sociedade reconheça e respeite esses profissionais que, muitas vezes, são invisíveis. Com sua poesia, Jonas deixa um legado de gratidão e esperança, um lembrete de que, no caminho da vida, todos somos parte de um mesmo tecido social e que o respeito e a valorização são fundamentais para construirmos um futuro melhor.
Assim, a jornada de Jonas, iniciada em um espaço cultural modesto, se transformou em um movimento de conscientização e amor, provando que a arte tem o poder de curar e unir a comunidade.

Instagram : @jonascesaar
Foto : Acervo pessoal
Fonte : Assessoria de imprensa
Ediçao : Sula Costa MTB 0003600/ GO


