ACNUR lança relatório sobre atuação em rede no apoio aos indígenas venezuelanos Warao.

Live de apresentação do relatório descreveu as respostas adotadas por cinco municípios no acolhimento da população indígena Warao pelas redes de proteção das regiões Sul e Sudeste

Como resultado das ações de proteção adotadas em diferentes municípios, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) lançou na semana passada o relatório “Atuação do ACNUR junto às redes locais em apoio à população indígena Warao no sudeste e sul do Brasil: boas práticas e lições aprendidas”. Trata-se de uma publicação que aborda estratégias e boas práticas de gestão dos diversos atores envolvidos na recepção e acolhimento dos grupos indígenas Warao no Brasil, oriundos da Venezuela.

 ACNUR e Apoio aos indígenas venezuelanos Warao
PARES Cáritas/Luciana Queiroz
O ACNUR e Grupos de Trabalho parceiros promovem sensibilização e capacitação de atores locais para abordagens protetivas e de integração local culturalmente sensíveis

“Esse relatório vem visibilizar e, de certa forma, celebrar, um método de trabalho que foi construído organicamente nesse período a partir dos desafios envolvidos na chegada de indígenas Warao nas regiões sudeste e sul do país. Esse trabalho inicia-se pela importância dada a esse movimento e à acolhida culturalmente apropriada a essa população, com atenção à análise de suas necessidades”, afirma Maria Beatriz Nogueira, chefe do escritório do ACNUR em São Paulo.

O documento, que recolhe dados de alguns municípios brasileiros entre novembro de 2020 e março de 2021, foi apresentado ao público na última segunda-feira (31/05), divulgados em uma live disponível na página do Youtube do ACNUR Brasil. O evento de lançamento, realizado e mediado pelo ACNUR, contou com a presença de uma indígena Warao residente em Belo Horizonte, e de representantes da Organização Internacional para as Migrações (OIM) e de redes locais dos municípios de Belo Horizonte (MG), Montes Claros (MG), Nova Iguaçu (RJ), Porto Alegre (RS) e Uberlândia (MG).

Clique aqui para acessar o texto completo no site oficial do ACNUR.

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